Sem categoria | Eduardo Colamego

Roda Gigante

Olho a roda gigante que está refletida em meus óculos e percebo que a vida é bem parecida com ela.
Vivemos momentos de altos e momentos de baixo,
Alta alegria, baixa alegria.
Paixão ao chão, paixão as alturas, nas nuvens.
Vemos possibilidades ao longe e hora não conseguimos ver com a amplitude que deveríamos.
Andando de cabeça baixa, andando de cabeça erguida.
Sorriso fácil, sorriso em alta, sorriso sem graça ou em falta, em baixa.
Alta estima, baixa estima.
Grande consideração, falta de consideração.
Gente altamente educada, gente baixa.
Gente altamente bondosa, gente de mau coração.
Gente que aprende, gente que insiste em não aprender, gente que escolhe não aprender.
Gente que rouba, gente que doa, gente que nos rouba de nós mesmos, gente que nos devolve.
Gente boa!
Gente à toa, gente preguiçosa, gente pau pra toda obra.
Gente grata, gente ingrata.
Gente que vai, que roda, gente que volta.
Gente com pressa, gente com tempo.
Momentos que te libertam, te soltam, momentos que ficam e outros que gostaríamos de esquecer.
Rodam as emoções, rodam as sensações, nós vamos girando, muitas vezes insistindo no mesmo lugar, quando devemos girar seguindo em frente, seguindo evoluindo, melhorando.
Vivemos tudo isso e mais um pouco, geralmente passamos por muitas dessas experiências, protagonizando altos e baixos para nós e para os outros, mesmo que sem querer algo ruim, acabamos vivendo ou causando, ai cabe aprender, mas claro, somos muitas vezes causadores de momentos lindos e belos, por querer e também mesmo sem querer querendo.
A vida é isso, e nesses altos e baixos eu acredito que, quem planta colhe, quem procura encontra, quem o bem distribui, nesse giro da vida bem sempre encontra.

Eduardo Colamego

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A estratégia mais poderosa para manter-se empregado e exposto a novas oportunidades

(L-R) Barcelona's Luis Suarez, Neymar and Lionel Messi celebrate a goal against Atletico Madrid during their Spanish First Division soccer match at Camp Nou stadium in Barcelona January 11, 2015.  REUTERS/Albert Gea (SPAIN - Tags: SPORT SOCCER) - RTR4KYNS

Qual a melhor estratégia para manter meu emprego em momento de crise?

Eu tenho uma que chamei de “Estratégia Barcelona FC”, vou compartilhá-la com vocês nesse post.

Vamos supor que a empresa onde você trabalha faz o que várias outras empresas fazem em tempos de crise ou até fora dela – enxugam seu quadro de funcionários e demitem até alguns de seus melhores funcionários, ou por baixa demanda de pedidos, por fusão com outra empresa ou até para empregar um parente do dono da empresa que chegou de uma temporada do exterior. E aí como você fica?

Responderei  com uma suposição e reflexão.
Vamos supor que o Barcelona, time dos craques, Messi Neymar e Suarez além de outros, acabe agora, o Barcelona abre falência e tem que fechar as portas. (claro, é apenas uma suposição) mas imagine que agora todo o time está sem emprego, e agora como ficam os jogadores?  Você acredita que boa parte do time conseguiria posição em outras equipes? Conseguiriam continuar com prestigio e sendo pagos como antes?

A resposta é sim, claro! Sabe por quê?

Não porque jogaram no Barcelona, mas por tudo que realizaram como profissionais, por suas capacidades de exercerem um desempenho extraordinários em suas posições.

Por isso sempre digo que ninguém perde em se dedicar a realizar um trabalho sensacional, ninguém perde em agir de forma correta, com espirito colaborativo e exemplar. Não importa o que aconteça, quem é um profissional extraordinário, sempre terá prestigio e espaço.

Portanto seja um profissional extraordinário!

Um abraço!

Eduardo Colamego

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Bom senso e etiqueta profissional na Web

Redes sociais são o que o nome diz, sociais, ou seja, conteúdo disponibilizado e socializado praticamente público.

É impressionante como ainda muitas pessoas postam indevidamente comentários ou imagens e até criticas das empresas onde trabalham. Pessoas conectadas, mas desligadas da etiqueta e bom senso profissional.

Postar opiniões e conteúdos nas redes sociais sobre seu trabalho é uma atitude que deve ser muito bem pensada e considerada. Muitos acreditam que postar coisas sobre o trabalho em uma pagina “pessoal”, não acarrete em problema algum e muito menos que possam responder até mesmo judicialmente por isso.

Tivemos casos de demissões por justa causa por má conduta devido a publicações de fotos, utilizando indevidamente a logomarca da empresa e fazendo comentários dando a entender que não estava cumprindo devidamente sua rotina no trabalho, ou comentários denegrindo chefes e colegas no trabalho. Hoje as pessoas parecem apenas se lembrar que a brincadeira é on-line, mas, esquecem que as conseqüências vêm praticamente na mesma velocidade.

Há pouco tempo, um caso de comentário preconceituoso terminou em demissão de uma executiva de comunicação que estava embarcando para a África do Sul e postou em uma rede social o seguinte comentário: “Indo para a África. Espero não contrair Aids. Brincadeira. Sou branca!” Após o post, ela foi demitida da empresa e não perdeu apenas o emprego mas, perdeu sua credibilidade, e tenho certeza que será muito difícil que ela recupere prestigio na carreira. Uma tolice que vai pesar por muito tempo na vida dessa mulher, se não, por toda vida.

Vi há algumas semanas atrás uma foto com um comentário infeliz de uma pessoa que trabalhou comigo em uma empresa de telecomunicações, essa pessoa, postou uma foto com um gesto obsceno e ofensivo reclamando de estar realizando hora extra, hora, se não quer trabalhar e fazer a hora extra é só não fazer, não é obrigado. Muito triste ver um gesto desses, realmente lamentável.

Cuidado, evite comentários ofensivos, comentários sobre rotina de seu trabalho ou sobre projetos. Não faça acusações.

Evite postar fotos utilizando uniforme ou logomarca da empresa. É importante lembrar que para toda ação existe uma reação, causa e efeito, portanto é sempre melhor escolher a mais inteligente e sensata opção. Boas maneiras e boa educação nunca fecham as portas e não demitem ninguém, pelo contrário, uma pessoa educada e sensata é considerada jóia em muitas organizações.

Abraços!

Eduardo Colamego

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No meio do caminho, uma nova carreira

Já sabemos que há algum tempo, escolher determinada graduação não garante trabalho a ninguém. Mas claro, não podemos jamais ignorar uma formação e a escolha de uma carreira, alias, os novos tempos permitem uma flutuação e movimentação incrível na carreira.

O professor e doutor em educação Mario Sergio Cortella, aborda em seu livro, “Pensar bem nos faz bem!” volume 2, que; “Uma novidade nos tempos atuais é que não há mais correspondência direta entre graduação e carreira.” O professor cita ainda que; “Graduação é um campo de abertura e não de fechamento.”

E é nesta reflexão que seguimos aqui, hoje vemos engenheiros de formação que ingressam como trainees na área financeira e mais tarde são absorvidos até na área de Recursos Humanos, fazendo carreira nela tornando-se até diretores da área.

Além disso, hoje dentro de algumas áreas temos novos cargos, ainda usando o RH como exemplo, vemos atualmente o cargo de consultor interno crescer e ser um dos cargos mais bem remunerados na empresa.

Com a tecnologia e os novos modelos de comunicação através das redes sociais, vemos mais e novas demandas e assim, cresce oportunidades de absorção de novos conhecimentos, oportunidade ainda de novas descobertas, levando muitos a realizarem pós-graduação ou outros cursos de extensão ligados as novas atividades no trabalho, ampliando capacidades e possibilidades.

Conheço inclusive um profissional que é músico de formação, tendo atuado em comunicação, marketing & vendas e que foi diretor de um grande grupo empresarial.

Hoje, uma formação acadêmica muitas vezes não determina sua carreira, o que determina sua carreira e seu sucesso na atividade são seu desempenho e capacidade de aproveitar as oportunidades.

O mais importante nesse mundo profissional é buscar sua vocação, mas no meio do caminho você pode ser convidado a entrar em outras áreas, e então encontrar uma nova e arrebatadora paixão e ser muito bem sucedido a exercendo. No meio do caminho, o caminho pode ficar ainda melhor.

Um Grande Abraço!

Eduardo Colamego

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Faça o que é primordial

Um erro muito comum hoje em dia é o de assumir um cargo e suas atribuições, mas já pensando e focando a promoção a um cargo maior. Muitos treinees, estagiários e até profissionais já de carreira passam da conta nesse sentido. 

Veja, não estou querendo dizer que não se deve buscar o crescimento ou promoção, quero dizer apenas que é preciso visualizar as etapas. Para alcançar uma promoção deve-se cumprir com as obrigações e mostrar resultados no cargo que ocupa no momento. 

A ponte dessa transição é feita de atitudes positivas, ética, resultados sólidos e certo tempo para adquirir experiência. Hoje as promoções são mais rápidas que há algumas décadas atrás, mas isso não é regra e algumas instituições tem um desenho de escalada profissional que preza experiência e tempo de casa.

Creio que existe uma confusão entre agilidade e pressa. Agilidade é a capacidade de executar movimentos rápidos, ligeiros é mover-se, digo ainda que é a habilidade de agir em cima das prioridades.

Já a pressa relaciona-se com pressão, sabe quando estamos atrasados e o relógio nos pressiona a sair correndo e em dado momento nos damos conta de termos esquecido algo importante? Pois é pressa a velha inimiga da perfeição. Mas parece que hoje muitos se esquecerão desse velho e sábio ditado, nos precipitamos na pressa, acreditando ser agilidade e acabamos não vendo o que é importante.  

Quando agimos cumprindo com eficácia e dedicação as obrigações do cargo que nos foi confiado, muitas vezes antecipamos esse processo de escalada, sendo o prêmio por uma performance acima da média.

Não adianta nada visualizar o futuro, se no presente insistir em andar de olhos vendados.

Tenha o objetivo de crescer, mas não perca o foco de agir e ser o melhor naquilo que lhe foi confiado e que no momento é primordial.

Um abraço

Eduardo Colamego

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Carreira: Como Progredir?

Muitos me perguntam o que devem fazer para serem mais reconhecidos em seu trabalho e até conseguir uma oportunidade melhor na empresa.

Respondo que, primeiro é preciso fazer o que deve ser feito, ou seja, fazer o melhor trabalho possível.

Mas, outra coisa que aprendi e aconselho é cultivar uma visão de proprietário. Para isso, é preciso prestar a atenção aos processos e as áreas da empresa, entender muito bem as necessidades dos clientes, buscar qualidade sempre, buscar inovação e não limitar os horizontes apenas ao seu quadro.

Adotar essa postura, ajudará no amadurecimento e aprimoramento profissional e o transformará em referência para os colegas de trabalho e superiores, claro que alguns vão critica-lo, dizendo que você é amiguinho da empresa, e outros absurdos envenenados pela inveja e incompetência, mas, não ceda, trabalhamos sim pra mostrar serviço, trabalhamos pra realizar um trabalho excelente, até mesmo essas pessoas não entraram na empresa para serem os piores, mas, apegaram-se a coisas pequenas e muitas vezes não buscaram esclarecimento sobre um preconceito que tinham e acabaram virando problema ao invés de solução.

No caminho dos vitoriosos, além de muito trabalho, suor e sacrifícios, existe essa parcela de pessoas que falam demais e mesmo assim nada de bom ou produtivo conseguem dizer. Mantenha-se focado no que acredita, mantenha-se firme e faça o melhor, o empenho sempre gera ótimos ganhos, não só financeiramente, mas também é enriquecedor em experiências e posturas adquiridas, e esses pontos são fundamentais para que você seja sempre lembrado e isso também é importante para o avanço na carreira. Lembre-se, cultive a visão de proprietário, converse com pessoas de outras áreas para entender mais, faça o melhor pelo cliente e feche os ouvidos para os abutres de plantão, o segredo para uma carreira bem sucedida é trabalhar com foco e inteligência estratégica para uma carreira bem sucedida.

Sucesso!

Eduardo Colamego

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Considerações de Carreira: Mudanças

Se existe algo que constantemente faz parte de nossas vidas, é a mudança. Mudamos com o passar do tempo, passamos por muitas fases, desde a concepção, infância, adolescência, onde nosso corpo se transforma o tempo todo, e mesmo com certa vivencia continuamos a mudar, as vezes por querer, mas principalmente porque assim é em todos os setores da vida, seja profissional ou pessoal.

Falando no profissional, vivi e ainda vivo mudanças nesse aspecto, algumas por vontade própria, outras por vontade de terceiros (gestores mercado ou cliente). Já tive momentos onde estava com uma bela equipe formada, alinhando e desenvolvendo um ótimo trabalho, mas fui “convidado” a assumir outra equipe, nesse momento nossa parte mais acomodada nos cutuca para rejeição e a torcer o nariz, e isso ocorre com todos em determinado momento da carreira, o mais curioso é que como escrevi no início desse texto, a mudança é parte de nossas vidas e, portanto deveria sempre ser recebida de forma positiva.

Aprendi rapidamente a aceitar tais mudanças e enxerga-las como grandes oportunidades, não só de êxito profissional, mas também para uma evolução e solidificação pessoal. Quando nos condicionamos a essa ótica conseguimos nos reinventar nos tornando melhores em todas as áreas.

Vou compartilhar aqui um exemplo do “convite” a mudança ocorrido no mundo corporativo.

Em 2001, a Xerox, grande empresa no ramo de gestão de documentos passava por uma crise que muitos consideravam irreversível, suas ações haviam perdido cerca de 90% do valor de mercado, além de acumular dividas no valor de US$17 bilhões, diante desse quadro, todos viam como certa a falência.

Mas ali trabalhava Anne Mulcahy, com anos de experiência na área de RH, cuidando de estratégias de gestão, treinamento e desenvolvimento de pessoas, após uma reunião do conselho da Xerox, os membros decidiram chamar Anne para assumir a presidência da empresa. Anne nunca havia pensado nessa possibilidade e creio eu que muito menos em um momento de crise como esse. O bacana é que ela aceitou essa mudança e tomou como missão a reinvenção da empresa, nos anos que sucederam Anne trabalhou muito, fez escolhas que não agradaram a muitos, em outros momentos agradavam a maioria, mas ela sempre fez o que deveria ser feito e em 2009, após 8 longos anos como CEO da Xerox, ela anuncia sua aposentadoria com sua missão mais que cumprida.  Deixou a empresa com um cenário bem diferente do que encontrara, ela se tornou líder mundial de gestão de documentos, figurando entre as empresas mais poderosas do mundo, com ações com ótimo valor e sem dívida alguma.

Essa história é claro que tem proporção gigantesca em todos os sentidos, e é exatamente por isso que a escolhi para compartilhar com vocês. Não devemos encarar a mudança como o fim do mundo, não podemos crer que não vamos conseguir ou que alguém quer nos derrubar com isso. Devemos pensar que essa é uma oportunidade de mostrar nosso valor, de mostrar de que somos feitos e fazermos o melhor, é com uma ótica otimista e trabalho dedicado que construímos  carreiras e pessoas de sucesso, agora, da próxima vez que receber um convite para mudar em uma empresa, você pode até pensar no pior, mas escolha sempre acreditar no melhor e vá com tudo, vá com fé, faça acontecer! 

Abraços!

Eduardo Colamego

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A escolha da carreira

Escolher a carreira muitas vezes não é uma tarefa fácil. E é preciso considerar alguns pontos para que a escolha seja realizadora

Nem sempre a escolha de uma profissão e consequentemente da carreira a seguir, é um caminho em linha reta, aliás, quase nunca é.  Ao longo de minha vida, vi e vejo pessoas escolherem suas carreiras baseadas muitas vezes na crença de ser aquela profissão, a que lhe trará maior estabilidade financeira e assim, satisfação pessoal.

Eu digo que essas pessoas erram duas vezes, primeiro por que escolher uma profissão baseando-se em modismo ou cifras é sabotar a si mesmo e daí gera-se o segundo erro, que é acreditar que dinheiro lhe trará realização e paz de espírito, ERRADO!

A escolha deve ser feita por sua vocação, ou seja, por aquilo que lhe chama, aquilo que o faz sentir-se bem, que o faz sentir-se realizando algo realmente importante e isso não afirmo por ouvir dizer, afirmo por mim, por amigos e conhecidos que fizeram suas escolhas por vocação ou não e até por estudos já realizados onde mostram que os grupos que escolheram a carreira por crerem no retorno financeiro, na maioria esmagadora não se tornaram ricos ou milionários, já os que fizeram sua escolha ouvindo seu chamado e apostando em sua vocação, foram os que mais prosperaram.

Por quê? Muito simples, quando fazemos algo com alegria, entusiasmo e prazer, realizamos sempre o melhor e nosso desempenho é acima da média, já quando realizamos algo que não nos conecta, que não nos alegra, não conseguimos fazer o melhor e por tanto, nossos resultados não superam as expectativas, nos sentimos cansados e com a impressão de não sermos capazes, Willian Shakespeare disse: – “O trabalho agradável é o remédio da canseira.” Eu digo que, trabalhar no que gostamos além de não nos cansar, nos faz sentir ainda mais vivos, mais úteis e certamente mais felizes e prósperos.

Por tanto fique atento a seu chamado, sua vocação, pense bem no que faz com prazer, que faz e não cansa, algo que amigos e conhecidos elogiam ao você realizar, faça uma lista de coisas que gosta de fazer e outra de profissões e procure ver as afinidades, essas são algumas das dicas que deixo a você,  com certeza será bem sucedido ao fazer o que ama de verdade!

Um grande abraço!

Eduardo Colamego

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Faça o que você acredita

Muitas vezes para se alcançar um propósito, alcançar um resultado, é preciso fazer as coisas do jeito que você acredita e não da maneira tradicional, engessada ou imposta, desde que isso não fira a integridade de alguém ou prejudique pessoas.

Steve Jobs acreditava que o computador poderia ser algo pessoal, poderia ser uma ferramenta extraordinária para as pessoas em suas casas e não somente em empresas, não faltou gente o chamando de louco e desacreditando da mudança e impacto que ele desejava causar, pois bem, sabemos que ele foi determinado nesse caminho e hoje desfrutamos muito do impacto que ele causou.

Mas para ilustrar com outro exemplo, vamos para 1936, para a cidade de Nova York, onde mais de 17 mil espectadores posicionaram-se nas arquibancadas do Madison Square Garden, para acompanhar o jogo de Basquete entre o Long Island University que vinha de uma sequencia de 43 vitórias, e o time de Stanford. Nesse dia as pessoas presentes assistiram não só a quebra da sequencia de vitórias do Long Island University, mas algo que mudaria para sempre a forma dos atletas realizarem seus arremessos.

Hank Luisetti, um jovem atleta do time de Stanford tinha uma maneira inusitada de arremessar, bem diferente da forma tradicional, ele dava um pequeno pulo e arremessava a bola com apenas uma das mãos, até então, todos os atletas arremessavam com as duas mãos e sem dar o pequeno pulo, ele ouviu muita reclamação, resistência vindo de vários lugares, treinadores diziam que não era assim que se fazia um arremesso e etc. Claro, ele colaborou para que seu time conseguisse vitórias, ele não mudou o jogo em seu objetivo que é de fazer mais cestas (pontos) que o adversário, ele mudou a maneira de alcançar esse propósito, mudou a forma, tanto que hoje, não conseguimos nem imaginar um arremesso sem um movimento de “pulinho” e sem que seja com uma mão priorizando o arremesso.

Outro exemplo é o do atleta Dick Fosbury criador do salto de costas “Salto Fosbury”, no salto em altura. Nos Jogos Olímpicos de 1968 no México, ele ganhou a medalha de ouro e estabeleceu um novo recorde olímpico ao saltar 2,24m e mostrou a eficácia de sua nova técnica. Ele também viu reações da comunidade do Salto em altura criticando e debochando de sua técnica, mas ele provou que essa era uma técnica vitoriosa, o “Salto Fosbury” rapidamente se tornou popular e hoje é a técnica mais utilizada pelos atletas de salto em altura.

Portanto, se você acredita de verdade em uma abordagem não tradicional, mas que pode resultar na realização de seus propósitos e transformação positiva para você e para as pessoas, siga em frente, críticas vão vir, descaso pode ocorrer, você pode ter que reorganizar alguns pontos, mas siga firme, siga determinado, siga com fé, falhar faz parte do aprendizado e da construção do sucesso, essas situações aconteceram com pessoas que realizaram coisas extraordinárias, faça o que você acredita, faça o que precisa ser feito.

Um Abraço!

Eduardo Colamego

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